
Este romance de Rider Haggard tornou-se, de algum modo, um clássico da nossa literatura sob a graça e a magia da prosa de Eça de Queirós, que imprimia sempre a cada uma das suas páginas um carácter inconfundivelmente original. Mais do que uma tradução, Eça efetuou uma verdadeira transposição em que a sua liberdade resultou numa criação original que encanta e seduz.